A inteligência artificial ainda não substituiu a humana em todas as funções, mas juntas elas podem evoluir muito em prol de ponderações mais justas.

Você já usou um site de busca para traduzir uma palavra durante suas aulas de inglês? Já teve como resposta uma tradução que não fez sentido na frase em que ela estava? E depois, acessando uma rede social ou seu email, recebeu um anúncio ligado àquela palavra da sua busca? Pois bem, temos duas situações interessantes aqui. Uma é a complexidade de se traduzir palavras, muitas vezes com dezenas de significados e usos, o que torna o papel do professor central na hora de explicar a função dela na frase estudada. Outra é como funciona a inteligência artificial por trás dos sites de busca e das divulgações de anúncios, em tudo que fuja de cálculos matemáticos e simples reconhecimento de palavras-chave.

Leia artigo em inglês da Al Business no link abaixo:

Um idioma é uma das formas de expressão mais humanas no sentido de complexidades e sutilezas, o que torna o desafio de ensinar máquinas a interagir por meio dele muito maior que a entrega de respostas programadas. Você já deve ter percebido isso nas suas aulas de inglês, tanto pelas particularidades desta língua, quanto pelas do português. Eis aí o risco de empresas, engenheiros, desenvolvedores e demais envolvidos nos projetos de tecnologia da informação: transferir para as máquinas omissões, equívocos, inclinações, preferências e preconceitos que deveriam ser evitados nos novos parâmetros globalizados de inclusão social e respeito a diversidades. É o que em inglês se chama de bias, algo como perspectiva tendenciosa.

Dados não são apenas dados, mas também a maneira como foram coletados e como são apresentados. Portanto, um cuidado importante na tecnologia da informação baseada em algoritmos, como a que usamos hoje, é com a amplitude, a profundidade e o grau de interseção com outros dados relevantes, quando não fundamentais, que a inteligência artificial utiliza para chegar às suas conclusões e prover respostas.

Outro risco considerado por especialistas é o da exposição pública de dados privados, quando não íntimos, colocando em cheque a privacidade de milhões de pessoas que não estão cometendo nem pretendem cometer crime nenhum.

Assista ao documentário que fala sobre os prós e contras (em inglês):

Por outro lado, uma pesquisa do departamento de inteligência artificial da Universidad Politecnica de Madrid rendeu evidências que dão força a uma teoria colaborativa da evolução da linguagem. Ou seja, de acordo com essa teoria, a linguagem evoluiria por meio da atividade coordenada dos comunicadores e na passagem da linguagem de uma geração para outra. Isso faz pensar se a interação com máquinas equipadas com esse tipo de tecnologia da informação não pode também se beneficiar com aprimoramentos que só o contato com humanos pode proporcionar, tanto na análise mais cuidadosa de dados, como na maneira de apresentá-los.

Leia o blog da languagePro:

#english #englishclasses #artificialintelligence #AI #informationtechnology #IT #languagePRO #inglês #aulasdeinglês #inteligênciaartificial #tecnologiadainformação #TI

 

languagePRO há 30 anos desenvolve cursos de idiomas para empresas e profissionais.                                  Ensinamos inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e português para estrangeiros.                                                  Nossa missão é oferecer a nossos clientes uma experiência única de aprendizagem, com cursos personalizados, inovadores e ajustados aos seus interesses; apoiados recursos tecnológicos, total flexibilidade e suporte integral

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Scroll Up