De quem é a responsabilidade pelo desenvolvimento em idiomas? Do indivíduo ou da empresa?

Em tempos de crise a expressão chave tem sido “redução de custos”.

Uma crise nunca é bem-vinda, mas se há algo de positivo nela é o fato de nos levar a repensar, questionar nossos métodos e a encontrar soluções novas, ou seja, a nos reinventar. 

Já é possível detectar um movimento, mesmo que tímido, por parte de alguns RHs que estão dizendo, para todos ouvirem, que o desenvolvimento em idiomas (e até MBAs) é de responsabilidade do funcionário.

“Sim, exigimos inglês fluente porque é o idioma global e se você não o fala, não vai conseguir emprego”.

Eis que chegamos ao impasse e a pergunta é inevitável: afinal, a responsabilidade pelo desenvolvimento é da empresa ou do indivíduo?

Alguns vão dizer A e outros dirão B.

É fato que o mundo é global e falar inglês ou até um terceiro idioma não é luxo, mas sim necessidade.

Porém, aprender um idioma requer tempo, comprometimento e recursos financeiros.

Tradicionalmente, as empresas costumavam contratar candidatos com o devido conhecimento técnico e oferecer um curso de idioma como benefício por tratar-se de uma habilidade que pode ser desenvolvida.

Em momentos de crise, nota-se que candidatos que dominam o idioma são preferidos.

 

Tanto o indivíduo como a empresas conhecem o valor investido no aprendizado do idioma, mas questionam se os resultados foram atingidos.

Quando questionados sobre o número de escolas que já passaram, a maioria dos indivíduos responde no mínimo três.

Sobre o nível de proficiência atual, intermediário.

Se conseguem utilizar o idioma para conduzir uma negociação, não!

Essa é a razão de boa parte dos gestores de desenvolvimento constantemente questionarem o patrocínio dos cursos de inglês por anos seguidos.

Há exceções, é claro, mas esse é o raio-x do inglês no Brasil, onde a proficiência média em inglês fica abaixo da média internacional na faixa dos 43%.

A causa do problema é bem mais complexa do que se pode imaginar e poderia ser resumida pela ausência de resultados práticos, mas seriam necessários vários artigos para falar tratar desse assunto.

 

Há sim uma solução e ela se chama Co-Desenvolvimento.

Trata-se de um investimento conjunto voltado ao desenvolvimento em idiomas onde tanto indivíduos como empresas são corresponsáveis e co-investidores e os benefícios são compartilhados.

Além disso, o investimento em idiomas não pode ser tido como benefício: o resultado e o retorno do investimento precisam, necessariamente, ser mensurados.

Para esse cenário, a languagePRO desenvolve o programa 360+1, que alia recursos de aprendizagem, ferramentas de autodesenvolvimento e métricas de mensuração do retorno sobre o investimento.

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A languagePRO há 30 anos desenvolve cursos de idiomas para empresas e profissionais.

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Nossa missão é oferecer a nossos clientes uma experiência única de aprendizagem, com cursos personalizados, inovadores e ajustados aos seus interesses; apoiados recursos tecnológicos, total flexibilidade e suporte integral.

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